UNIDADE 1 · CELULAR · VIAGEM AO TECIDO

Forças de Starling

Sangue · barreira · linfa

Explore como a água atravessa a microcirculação e como o tecido devolve esse líquido pela linfa. Acompanhe as forças, altere a barreira e observe o equilíbrio mudar.

01 · A redeBasal
Microcirculação em tecido conjuntivoRepresentação ampliada · escalas esquemáticas
Arraste para girar · pinça/roda para aproximar
1× = 2 min simulados/s · t = 0,0 min
Pc · hidrostática capilarPi · hidrostática intersticialπc · oncótica plasmáticaπi · oncótica intersticialπsg · oncótica subglicocálix
HemáciasProteínasGlicocálixLinfaÁgua

Forças no mesmo ponto

50% do capilar
Pc · pressão hidrostática capilar
−Pi · pressão hidrostática intersticial
−σπc · pressão oncótica plasmática
+σπsg · oncótica externa
ΔPef · pressão efetiva de filtração

Cada variável mantém a mesma cor nos controles, cards e setas 3D. O sinal e a ponta da seta indicam o sentido: positivo para fora; negativo para dentro. O coeficiente de reflexão de proteínas (σ) multiplica as pressões oncóticas. As setas comparam 22% e 78% do capilar.

Pressão de filtração

Positiva · filtraçãoNegativa · tendência de absorçãoΔPef · pressão efetiva
Início
Fim
Cruzamento de zero

V · líquido acumulado no tempo

mL · min

Inicie a experiência para acompanhar o volume. Os estados rápidos começam uma nova observação; os ajustes manuais mantêm o volume e mudam sua evolução.

Abrir em realidade aumentada

Escolha uma das cinco peças. A prévia e o botão abaixo acompanham a sua seleção.

01 · A rede

Preparando o modelo…

A RA apresenta uma fotografia 3D do estado atual. Pausar prepara o líquido e a geometria daquele instante para o ambiente.

Como interpretar

Comece pelo modelo de troca e pelas pressões, compare as contribuições no mesmo ponto e depois acompanhe o balanço do tecido. A cor identifica a variável em toda a experiência; a direção vem do sinal e das setas, não da cor.

Para ler a equação: a diferença das pressões hidrostáticas favorece ou se opõe à saída de água. Dela subtraímos o gradiente oncótico ponderado pelo coeficiente de reflexão. Multiplicamos o resultado pelo coeficiente de filtração para obter o fluxo de água.

Dos pontos do capilar ao balanço do tecido

Os cards de forças mostram um ponto escolhido; o gráfico de pressão mostra todos os pontos. O balanço integra a filtração e a absorção do leito e desconta a linfa. Como a pressão capilar varia linearmente e os outros termos são uniformes, o fluxo líquido total equivale ao coeficiente de filtração multiplicado pela pressão efetiva média do leito, não pelo valor do cursor.

Variação do volume = filtração − absorção − drenagem linfática. A simulação também aumenta a pressão intersticial com o excesso de líquido. Ao trocar de modelo ou de estado rápido, começa uma nova observação; os ajustes manuais preservam o volume acumulado.

Unidades e sinais por extenso

mmHg
Milímetros de mercúrio, unidade de pressão.
cmH₂O
Centímetros de água, outra unidade de pressão. 1 mmHg = 1,35951 cmH₂O.
mL
Mililitros, unidade de volume.
min · s
Minutos e segundos. mL/min significa mililitros por minuto.
mL/min/mmHg
Mililitros por minuto por milímetro de mercúrio, unidade do coeficiente de filtração.
π · Δ · × · RA
Pi grego: notação da pressão oncótica; delta: diferença; ×: multiplicador da velocidade; RA: realidade aumentada.

Modelo e referências

Capilar contínuo sistêmico em tecido conjuntivo, com ampliação esquemática das estruturas. Dimensões relativas, pressões dos cenários, coeficiente de filtração (Kf), complacência e capacidade linfática são escolhas didáticas. Não representam um tecido específico nem estimam edema clínico.

No modelo revisado, a pressão oncótica do líquido subglicocálix (πsg) é um valor definido pelo aluno. Não calculamos sua adaptação por transporte de proteínas. Uma soma negativa indica tendência de absorção com essas pressões fixadas; não demonstra reabsorção venosa sustentada. Na maioria dos tecidos, a filtração persiste em estado estacionário e o retorno ocorre pela linfa; absorção pode ser transitória, com exceções em tecidos especializados.

Levick & Michel (2010) · Microvascular fluid exchange and the revised Starling principle · Michel (2004) · Fluid exchange in the microcirculation.